🏛️ Calculadoras de INSS e Aposentadoria

📅 Atualizado em · 7 calculadoras
A reforma da previdência de 2019 criou várias regras de transição que avançam a cada ano. Em 2026 a regra de pontos exige 103 pontos para homens e 93 para mulheres; a regra de idade progressiva pede 64 anos e 6 meses para homens e 59 anos e 6 meses para mulheres. As calculadoras desta seção já usam esses parâmetros.

Quem contribui há muito tempo geralmente se aposenta mais cedo pela regra de pontos; quem entrou tarde no mercado formal costuma chegar antes pela idade progressiva. Como não dá para saber de antemão qual regra é mais vantajosa no seu caso, vale simular as duas e comparar. A calculadora de Tempo Faltante mostra quanto ainda falta em cada uma delas.

Professores, trabalhadores rurais e policiais têm regras próprias, com idade e tempo mínimos menores — as simulações contemplam essas categorias. O que nenhuma calculadora resolve é divergência no CNIS: períodos não averbados, vínculos faltando ou contribuições em atraso mudam completamente o resultado. Confira seu extrato no Meu INSS antes de tomar qualquer decisão.

As 7 calculadoras desta seção

Perguntas frequentes

Qual regra de transição é a melhor para mim?

Depende do seu tempo de contribuição e da sua idade. Quem começou a contribuir cedo tende a se beneficiar da regra de pontos; quem começou tarde chega antes pela idade progressiva. Simule as duas — a diferença pode ser de vários anos.

O valor simulado é o que vou receber de fato?

É uma estimativa. O valor real depende da média de todos os seus salários de contribuição desde julho de 1994, informação que só o CNIS tem. Use a simulação para planejar, não como valor definitivo.

O teto do INSS de 2026 já está aplicado?

Sim: R$ 8.475,55, definido pela Portaria Interministerial MPS/MF nº 13/2026, com reajuste de 3,9% pelo INPC de 2025.

Como o valor do benefício é calculado?

Pela média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994, corrigidos monetariamente. Sobre essa média aplica-se o coeficiente: 60% mais 2% por ano que exceder o tempo mínimo de contribuição. Não há mais descarte das menores contribuições.

Contribuir com valor maior aumenta a aposentadoria?

Aumenta, porque eleva a média salarial. Mas o efeito é diluído: um ano de contribuição alta tem peso pequeno numa média de trinta anos. Contribuir consistentemente vale mais que contribuir muito em pouco tempo.

Períodos sem contribuição prejudicam?

Não reduzem a média (lacunas não entram como zero), mas atrasam o cumprimento do tempo mínimo e podem gerar perda da qualidade de segurado, o que afeta auxílio-doença e pensão. É possível recolher em atraso em alguns casos.

O que é qualidade de segurado?

É estar coberto pelo INSS. Ela se mantém por até 12 meses após a última contribuição, prazo que pode chegar a 36 meses conforme o histórico. Perder a qualidade não apaga o tempo já contribuído, mas suspende o direito a benefícios por incapacidade.

Tempo de serviço militar ou de estágio conta?

Serviço militar obrigatório conta e pode ser averbado mediante certidão. Estágio regular pela Lei 11.788/2008 não conta, porque não há contribuição previdenciária.

Vale a pena a previdência privada além do INSS?

Faz sentido para quem ganha acima do teto do INSS, já que o benefício público é limitado. O PGBL permite deduzir até 12% da renda bruta na declaração completa; o VGBL não deduz, mas é tributado só sobre o rendimento.

Como funciona a pensão por morte hoje?

É de 50% do benefício mais 10% por dependente, limitada a 100%. O prazo de duração varia conforme a idade do cônjuge e o tempo de casamento — pode ser vitalícia acima de 44 anos, ou de apenas 4 meses em uniões muito recentes.

Conteúdo revisado em 26/08/2026. Os valores usados nas calculadoras são mantidos em um arquivo central e conferidos contra as fontes oficiais a cada atualização legislativa.